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Indústria do plástico e os desafios do crescimento

Indústria do plástico e os desafios do crescimento

Assim como em qualquer segmento de atuação, nos últimos anos, a indústria do plástico enfrentou inúmeros desafios por conta da instabilidade política e econômica vivenciada no País. Mesmo sem expectativas de mudanças neste cenário, o setor apresenta sinais de retomada no desempenho e uma perspectiva de crescimento para os próximos anos.

 

É o que revelou o Panorama da indústria de transformados plásticos, elaborado pela Associação Brasileira da Indústria do PlásticoABIPLAST para divulgar aos seus associados os principais números do setor. A apresentação, feita pelo analista econômico da entidade, Marcos Ferreira do Nascimento durante a Feira Internacional do Plástico – FEIPLASTIC 2017  apresentou a leve recuperação do setor depois de pelo menos dois anos seguidos de queda.

O contexto possibilitou às empresas do setor repensarem as estratégias de mercado, buscando tendências inovadoras e o fortalecimento de parcerias para se manterem competitivas. Fator que demanda uma nova mentalidade empresarial dos gestores, que precisam conquistar maior eficiência de gestão e redução de custos dos negócios.

 

Impulsionada pela retomada de outros segmentos da economia brasileira, a indústria do plástico pode alcançar uma taxa de 2,2% de crescimento em 2018. Isso se deve ao fato do segmento da indústria automobilística ter voltado a crescer, após anos de retração. Visto que, os materiais plásticos vêm substituindo o aço, o vidro e a madeira na cadeia produtiva automotiva devido ao baixo custo, leveza, resistência mecânica e química, facilidade de aditivação e por ser altamente reciclável.

Conquista de um diferencial competitivo no mercado por meio de parcerias e alianças estratégicas

 

Atualmente, a cadeia da transformação do plástico no Brasil contabiliza cerca de 12 mil empresas dos mais variados portes e destaca-se como o quarto setor que mais emprega no País. Contudo, o setor ainda deve encarar desafios para 2018.

 

Se por um lado, o crescente aumento do consumo per capita promova otimismo – atualmente o Brasil consome aproximadamente 35kg/hab de plástico, enquanto a média mundial chega a 40 Kg/hab, segundo a Abiplast. Ainda bem diferente do que se observado em países desenvolvidos, como EUA e Japão, que o consumo per capita é de quase 100 kg/hab. Por outro, gera preocupação com relação aos efeitos nocivos do crescimento do consumo de produtos plásticos sem uma destinação adequada dos resíduos.

 

A sustentabilidade de produtos e embalagens, assim como uma gestão profissionalizada e empenhada na melhoria dos processos e aumento da produtividade ainda é um desafio para a maioria das empresas do setor.

 

Para a TCP Latam, a recuperação do setor será lenta, gradual e sustentável. Para que o desenvolvimento do segmento seja uma realidade nos próximos anos, A TCP Latam recomenda que as empresas de plásticos exijam a redução dos passivos financeiros e tributários. Além disso, aponta a profissionalização da gestão é outra questão que precisa ser debatida. Só assim, haverá uma efetiva reestruturação operacional para conquistar uma melhor performance e um ambiente de negócios favorável ao desenvolvimento.

A conquista de parceiros estratégicos é outra iniciativa eficaz que ajuda a impulsionar o crescimento da indústria do plástico. Ao buscar o fortalecimento da classe, mais facilmente as empresas conseguirão fomentar o desenvolvimento da indústria do plástico e conseguir parceiros estratégicos que possam contribuir para o desenvolvimento sustentável do setor a longo prazo.